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DeDiaDeNoite



Parabéns Fê!!!

E amanhã é o aniversário da minha amiga-irmã-alma gêmea, mas como a comemoração é hoje:

Tudo de bom nessa vida!!! Te amo!!

 



Escrito por Thais, Mila, Fê, Evelyne às 20h38
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Escrito por Thais, Mila, Fê, Evelyne às 20h34
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Sabe, acho que a humanidade evoluiu muito em tecnologia, qualidade (física) de vida, facilidades cotidianas etc... Mas se tem uma coisa em que ficamos paradões no tempo é na tal da Inteligência Emocional.

 

E olha que esse “tema” fez (e faz) muito sucesso literário por aí.... Mas não conseguimos tirar o conceito do papel!!!

Na minha humilde e limitada visão da COISA, cometemos três grandes pecados quando tratamos dos nossos relacionamentos:

-         Ansiedade

-         Insegurança

-         Egoísmo

 

Somos tão incapazes de simplesmente viver e aproveitar nossos relacionamentos porque estamos sempre ansiosos em relação ao futuro, em relação ao outro, em relação à nossa segurança emocional. E nesse clima ficamos cobrando cada vez mais demonstrações; de afeto, de carinho, de cumplicidade, de cuidado. Cobramos do outro e de nós mesmos e esquecemos de curtir, de aproveitar a sensação gostosa que é ter alguém ao nosso lado. E isso porque deveríamos pressupor que se esse alguém está conosco é porque quer estar, (sábias palavras do meu namorado). Ou alguém por aí fica fazendo mandinga pra ter amigos, namorados?????  

 

Eu digo isso porque vira e mexe caiu nessa armadilha!

Fico achando que preciso fazer mais, para ter mais e só assim ter certeza de que aqueles que me rodeiam gostam de verdade de mim e que estou sendo boa o suficiente para merecer a amizade e o amor das pessoas.... Não que isso faça de mim uma falsa – não!! Jamais fiz nada que não tivesse a fim de fazer por alguém, até porque essa vontade de ser querida vem exatamente quando a pessoa me é muito cara!

Mas estou aprendendo.... Estou tentando relaxar e simplesmente curtir. E olha! È muito bom gozar o prazer de simplesmente estar feliz!!!

 

E chega de papo cabeça hein?! Afinal hoje é:

 

SEXTA-FEIRA!

 



Escrito por Thais às 10h33
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Queria partilhar com vocês esse belo trecho do Pensar é transgredir, da Lya Luft. Destaque para o "contrato (guardado) na gaveta da alma" e para o último parágrafo.

 

                                   

Relacionamento perfeito

 

O assunto pode ser dramático ou engraçado, tão humano e tão difícil de entender.
   A mim, sempre buscando explicações e significados porque tão pouco entendo, me ocorre falar ou escrever exatamente sobre aquilo que menos sei. Trabalho interminável, espécie de suplício de Sísifo: o pobre todo dia empurrando montanha acima uma grande pedra que voltava a rolar pela encosta, a fim de que o torturado recomeçasse mais uma vez.
   Querer alcançar o significado das coisas, da vida, das gentes, de seus relacionamentos e desencontros, é um pouco assim.
Seguidamente me indagam — ou tento imaginar — o que seria um relacionamento perfeito. Eu ia escrever "casamento", mas preferi a outra palavra, porque ela não tem nada a ver com cartório e burocracia, opressão ou coerção social e familiar: tem a ver com querer se ligar a alguém, e querer continuar ligado.
   Cada dia, ao acordar, fazer de novo a escolha: eu quero mesmo é você comigo.
   Mas "perfeito" é uma palavra tola: perfeição, só no céu de todas as utopias. Aqui, nesta nossa terra nada utópica, perfeição me pareceria um pouco entediante: como, nada a reclamar, tudo assim direitinho?
   Olho pela janela e bocejo: muito sem graça, a tal perfeição. O céu com anjos tocando harpa pelo tempo sem tempo me deixava pasmada já na infância. Nada mais? Nem uma brincadeira proibida, um escorregão nas nuvens, uma risada na hora do sagrado silêncio... nem uma transgressãozinha na ordem celestial?
   Minha alma indisciplinada não encontraria alimento nem estímulo, e ia-se desfazer em fiapo de nuvem embaixo de algum armário onde se guardassem os relâmpagos e os trovões, e todas as duras sentenças.
   Então, relacionamento perfeito, nem pensar.
   Mas uma ligação de cumplicidade e ternura, de sensualidade e mistério, ah, essa eu acho que pode existir. Como todos os contratos (não falo dos de papel mas de corpo, coração e mente), esse precisa ser renovado de vez em quando: a gente tira o contrato da gaveta da alma, e discute. Briga talvez, chora, reclama, mas ainda ama, ainda deseja. Ainda quer o abraço, o passo no corredor, o corpo na cama, o olhar atento por cima da xícara de café... quer até a desorganização e a ruptura, para depois de novo o que é bom se reconstruir.
   Que seja vital: isso me parece uma boa parceria. Que seja dinâmica, seja lá o que isso significa em cada caso. Pelo menos, não acomodada; mas muito aconchegante.
   Que seja sensual e amiga, essa ligação: se não gosto do outro como ser humano, com seus defeitos, sua generosidade e egoísmo, força e fragilidade, se não o quereria como amigo... como então, mesmo com tempero do desejo, posso me relacionar com ele para uma vida a dois?
   O tema é quase infinito: pois cada caso é um caso, assim como cada casal é um casal, e cada fase da vida do indivíduo ou dos dois é diferente.
   O bom é quando essa constante transformação se faz para maior cumplicidade, e não mais distanciamento.
   Que um relacionamento não seja prisão; que não seja enfermaria nem muleta; mas que seja vida, crescimento (turbulências eventuais incluídas).
   Que seja libertação e ajuda mútua; não fiscalização e condenação, a sentença pronunciada numa frase gélida ou num olhar acusador, ar de reprovação ou lamúria explícita.
   Que seja cumplicidade, porque a vida já é difícil sem afetos. O som dos passos no corredor pode ser um conforto inacreditável, o corpo ao lado na cama uma âncora para a alma aflita. O entendimento recíproco é um oásis no isolamento desta nossa vida pressionada por tempo, dinheiro, regras, mil solicitações de família, trabalho, grupo social, realidade do mundo.
   Que seja presença e companhia, o relacionamento bom: pois a solidão é um campo demasiado vasto para ser atravessado a sós.



Escrito por Mila às 21h22
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Tudo ressoa, tão logo se rompe o equilíbrio das coisas.

As árvores e a erva estão silenciosos: o vento os agita e eles ressoam.

A água está em perfeito silêncio: o vento a remexe, e ela ressoa.

As ondas gemem: algo as oprime.

A cascata precipita-se: falta-lhe a terra.

O lago borbulha: algo o aquece.

São muitos os metais e as pedras, mas se algo os golpeia, ressoam.

Assim é o homem.

Se fala, é porque não pode calar-se.

Se se emociona, canta.

Se sofre, lamenta-se.

Tudo que sai da sua boca em forma de som é devido à ruptura de seu equilíbrio.

 

A música nos serve para desdobrar os sentimentos comprimidos em nosso íntimo. Escolhemos os materiais que ressoam com mais facilidade e com eles fabricamos instrumentos sonoros: metais e pedra, bambu e seda, cabaço e argila, pele e madeira.

O céu age do mesmo modo. Também ele escolhe o que ressoa com mais facilidade: os pássaros na primavera; o trovão no verão; os insetos no outono; o vento no inverno. Uma após a outra, as quatro estações seguem-se numa caça que não tem fim. E seu contínuo transcorrer não é, talvez, uma prova de que o equilíbrio cósmico se rompeu?

 

O mesmo vale para os homens: o som humano mais perfeito é a palavra. A literatura, por sua vez, é a forma mais perfeita de palavra. E assim, quando o equilíbrio se rompe, o céu escolhe os mais sensíveis entre os homens, e os faz ressoar.

 

HAN-YU – Chinês, Séc. VIII-IX

Traduzido do italiano, de seleção de Otávio Paz.

COLABORAÇÃO "INVOLUNTÁRIA" DA MINHA CUNHADA GABY - TKS!!!

 



Escrito por Thais às 17h11
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Meninas adorei o "feed-back", mas quero vcs BLOGANDO aqui não apenas fazendo comentários. E para incrementar ainda mais essa nossa comunicadade o convite vai também pra Vevé!!!! Veeeeeeeeeeem Vé!



Escrito por Thais às 14h34
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Oba! Oba! Miloca agora vou ficar só na expectativa de ver suas mensagens blogadas aqui!

e pra vocês minhas amigas do peito:

Não sei... se a vida é curta
ou longa demais pra nós,
Mas sei que nada do que vivemos
tem sentido,
Se não tocamos o coração das pessoas.

Muitas vezes basta ser:
Colo que acolhe,
Braço que envolve,
Palavra que conforta,
Silêncio que respeita,
Alegria que contagia,
Lágrima que corre,
Olhar que acaricia,
Desejo que sacia,
Amor que promove.

E isso não é coisa de outro mundo,
é o que dá sentido à vida.
É o que faz com que ela
não seja nem curta,
nem longa demais,
Mas que seja intensa,
verdadeira, pura...
Enquanto durar.

Cora Coralina



Escrito por Thais às 20h47
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O Início

Incrível mas hoje choveu muito no caminho do trabalho! E eu aqui na Terra do Sol me sentindo de novo em Sampa...

Sei lá, mas deu uma melancolia... e logo que eu não ando dormindo direito!!! As vezes da saudade! E eu nem sei bem do que....

Mas foi então que pela segunda vez eu tive vontade de dai início ao meu Blog! Então, cá estou eu e aproveitei para convidar minhas duas amigonas a se juntarem à mim. Será que elas vão topar?????

Vem Miloca! Vem Fê!  Vai ser divertido!

 

 



Escrito por Thais às 13h41
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